Crimes Bizarros
França: É proibido batizar um porco com o nome de Napoleão.
Suécia: A prostituição é ilegal, usar o serviço de prostituição não é.
Noruega: É proibido a castrar cães ou gatos, assim como a qualquer outra espécie, inclusive homens.
Finlândia: Os taxistas devem pagar direitos autorais se colocam música em seu carro quando transportam clientes.
Canadá: Em Ottawa a lei proibe chupar picolé no domingo atrás do Banco.
Colômbia: A primeira vez que a mulher tiver relações com seu marido, a mãe dela deve estar no quarto para testemunhar o ato.
Mexico: É proibido queimar bonecas.
EUA, Alabama: É ilegal usar bigode postiço que cause risos na igreja.
Chicago: É proibido comer num lugar que esteja pegando fogo.
Blythe, Califórnia: Uma pessoa deve possuir ao menos duas vacas para poder usar botas de cowboy em público.
Carolina do Norte: O sexo oral é considerado um crime contra a natureza.
O assassino era o escriba
Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado de sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjunção.
Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido na sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas expletivas,
conectivos e agentes da passiva o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
Paulo Leminski




